Fortaleza, Terça-feira, 07 Dezembro 2021

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Confira notícias sobre inovações tecnológicas e internet, além de dicas sobre segurança e como usar melhor seu celular

  1. Página com a frase 'Hello World' (olá, mundo) foi escrita por Jimmy Wale, cofundador do site, em em 15 de janeiro de 2001. Primeira edição da Wikipedia, que será leiloada como NFT Reprodução/Christie's O cofundador da Wikipédia, Jimmy Wales, vai leiloar a primeira edição feita na história da enciclopédia on-line como um NFT (token não fungível, na sigla em inglês). Wales digitou a frase "Olá, mundo!" assim que instalou o site em um servidor no dia 15 de janeiro de 2001. A página foi "imortalizada" como um NFT e está à venda no site da casa de leilões Christie's até o dia 15 de dezembro. Ela estará disponível publicamente na web e, assim como a Wikipedia, qualquer pessoa poderá vê-la e editá-la. Porém, todas as mudanças são revertidas após 5 minutos. LEIA MAIS 'NFT' foi eleita a palavra do ano 2021 pelo dicionário Collins Código original da web foi vendido como NFT por US$ 5,4 milhões 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’ O NFT possui um contrato que garante ao comprador o controle sobre essa página, que poderá mudar o período para desfazer as edições, desligar essa opção ou até mesmo tirar o link do ar. Wales também está leiloando o iMac rosa que usou para publicar a página. Parte do dinheiro arrecadado será doado para instituições de caridade e outra parte será investida na WT.Social, definida como uma "rede social não tóxica sem anúncios criada por ele. Como é o WT:Social, a rede social ‘anti-Facebook’ iMac rosa usado por Wales também está à venda Reprodução/Christie's A Wikipedia foi criada após uma tentativa frustrada de criar a Nupedia, uma enciclopédia on-line escrita por especialista e revisada por pares, em um molde com mais rigor científico. Esse projeto não deu certo por ser complexo demais e ter edições muito lentas. A ideia de uma versão mais simplificada e com um mecanismo mais fácil de alterações veio do colega Larry Sanger, que atuava como editor-chefe da Nupedia e se tornou cofundador da Wikipedia. A dinâmica da nova enciclopédia on-line foi um sucesso, mas também gerou dores de cabeça com alterações indevidas e vandalismo. Com o tempo, Wales criou mecanismos para criar um histórico de edições – o que inspirou a ideia do NFT da página que pode ser modificada. Entenda em vídeo o NFT: NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’

  2. Gigante da mídia social é acusada de fomentar violência contra a minoria perseguida em Mianmar. Centenas de milhares de muçulmanos da etnia rohingya fugiram de Mianmar após uma campanha de violência contra eles Reuters via BBC Dezenas de refugiados rohingya no Reino Unido e nos Estados Unidos processaram o Facebook, acusando o gigante da mídia social de permitir que o discurso de ódio contra eles se espalhe. Eles estão exigindo mais de US$ 150 bilhões (R$ 850 bilhões) em compensação, alegando que as plataformas do Facebook promoveram violência contra a minoria perseguida. Estima-se que 10 mil muçulmanos rohingya foram mortos durante uma repressão militar em Mianmar, de maioria budista, em 2017. O Facebook — que foi rebatizado de Meta — não respondeu imediatamente às acusações. LEIA MAIS Como a rede social se tornou peça central na crise política de Mianmar 6 controvérsias e escândalos do Facebook antes de mudar o nome para Meta A empresa é acusada de permitir "que continuasse durante anos a disseminação de desinformação odiosa e perigosa". No Reino Unido, um escritório de advocacia britânico que representa alguns dos refugiados escreveu uma carta ao Facebook, vista pela BBC, que alega o seguinte: Os algoritmos do Facebook "amplificaram o discurso de ódio contra o povo rohingya" A empresa "falhou em investir" em moderadores e verificadores de fatos que sabiam sobre a situação política em Mianmar A companhia não conseguiu retirar postagens ou excluir contas que incitaram a violência contra o povo rohingya A empresa não conseguiu "tomar medidas adequadas e oportunas", apesar dos avisos de instituições de caridade e da mídia Nos Estados Unidos, advogados entraram com uma reclamação legal contra o Facebook em San Francisco, acusando-o de "estar disposto a trocar as vidas do povo rohingya por uma melhor penetração no mercado em um pequeno país do Sudeste Asiático". Eles citam postagens no Facebook que apareceram em uma investigação da agência de notícias Reuters, incluindo uma em 2013 que afirma: "Devemos combatê-los da mesma forma que Hitler fez com os judeus". Outro post dizia: "Despeje combustível e ateie fogo para que eles possam encontrar Alá mais rápido." O Facebook tem mais de 20 milhões de usuários em Mianmar. Para muitos, o site de mídia social é a principal ou única forma de obter e compartilhar notícias. O Facebook admitiu em 2018 que não fez o suficiente para prevenir o incitamento à violência e discurso de ódio contra os rohingya. Isso ocorreu após um relatório independente, encomendado pelo Facebook, que disse que a plataforma havia criado um "ambiente propício" para a proliferação de abusos de direitos humanos. Análise de James Clayton, repórter de tecnologia na América do Norte O que aconteceu em Mianmar é um dos primeiros sinais de alerta para o Facebook sobre os problemas da plataforma. A rede social era muito popular lá — mas a empresa não entendia totalmente o que estava acontecendo em sua própria plataforma. Eles não estavam moderando ativamente o conteúdo em idiomas locais como birmanês e rakhine. Se tivessem, teriam visto discurso de ódio anti-muçulmano e desinformação sobre conspirações terroristas de rohingya. Os críticos dizem que isso ajudou a alimentar tensões étnicas que se transformaram em violência brutal. 'Facebook Papers': quais são as acusações contra a gigante da tecnologia 'Facebook põe lucros antes das pessoas' e mais frases do depoimento de ex-gerente da rede social Mark Zuckerberg admitiu pessoalmente erros na escalada de violência generalizada lá. Isso é o que torna este processo particularmente interessante: o Facebook não nega que poderia ter feito mais. Se isso significa ou não que eles são legalmente culpados, é uma questão muito diferente. Esse processo poderia chegar a algum lugar? É possível, embora improvável. Mas, à medida que sua controladora, Meta, tenta desviar o foco do Facebook, ela ainda se encontra assombrada por erros do passado. Os rohingya são vistos como migrantes ilegais por Mianmar e são discriminados pelo governo e pelo público há décadas. Em 2017, militares de Mianmar lançaram uma violenta repressão no Estado de Rakhine depois que militantes rohingya realizaram ataques mortais contra postos de polícia. Milhares de pessoas morreram e mais de 700 mil rohingya fugiram para a vizinha Bangladesh. Também há alegações generalizadas de abusos dos direitos humanos, incluindo assassinato arbitrário, estupro e queima de terras. Em 2018, a ONU acusou o Facebook de ser "lento e ineficaz" em sua resposta à disseminação do ódio online. De acordo com a lei dos EUA, o Facebook é amplamente protegido de responsabilidade sobre o conteúdo postado por seus usuários. Mas o novo processo argumenta que a lei de Mianmar — que não tem tais proteções — deve prevalecer neste caso. A BBC procurou a Meta para comentar o caso mas não obteve resposta.
  3. Estima-se que 80% de todas as mercadorias que consumimos são transportadas por via marítima, mas navios deixam rastro de poluição e alto gasto de combustível. Empresas testam novas tecnologias com base no vento. Navios usam energia dos ventos em busca de sustentabilidade Rastros de poluição, barulho e alto gasto de combustível são uma realidade da indústria naval, que é de extrema importância para o abastecimento mundial. Estima-se que 80% de todas as mercadorias que consumimos são transportadas por via marítima. Empresas está procurando maneiras de aumentar a sustentabilidade por meio de métodos alternativos de geração de energia, como o vento (assista ao vídeo na reportagem). Você viu? Robô humanoide impressiona por semelhança com humanos Xenobots: como funcionam os 'robôs Pac-Man' que podem se reproduzir sozinhos Veja também, o carro voador 'de verdade' proposto por chineses: Fabricante chinesa cria superesportivo voador

  4. Com smartphones novos mais caros, procurar por modelo 'seminovo' ou remanufaturado pode ser vantajoso, mas é preciso atenção na hora da escolha. Celular usado é alternativa em tempos de preços altos Freestocks/Unsplash Comprar um celular novo ficou mais caro. Os preços de aparelhos novos subiram, em média, 16% em entre janeiro e outubro de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados da consultoria GfK. A alta foi puxada pela desvalorização do real, a escassez de chips na indústria e o aumento do valor dos fretes internacionais. Nesse cenário, os smartphones usados são uma alternativa. Se preferir um novo: Celulares no precinho (Modelos nas faixas de R$ 1.500, R$ 2.000 e R$ 3.000) É possível encontrar modelos avançados de anos anteriores a um preço mais camarada, superando o custo-benefício dos lançamentos intermediários (aparelhos um pouco mais simples, com recursos mais modestos). Itens essenciais para avaliar na hora de comprar um aparelho usado Elcio Horiuchi/Arte g1 Veja abaixo dicas para fazer um bom negócio: Prefira negociar em lugar público (ou escolha uma loja de usados) Procedência do aparelho Bateria é importante Teste portas, microfone, câmera e chip Estética Cuidado com aparelhos muito antigos Pesquise bem o preço Direitos após compra 1. Prefira negociar em lugar público (ou escolha uma loja de usados) Existem muitas ofertas de celulares usados em sites de classificados ou grupos de redes sociais, boa parte de vendedores bem-intencionados. Mesmo assim, é preciso ficar atento aos golpes: um estudo da OLX com a AllowMe identificou que 70% das fraudes no mercado digital envolveram produtos eletrônicos. Por isso, desconfie de preços extremamente baixos e evite fazer compras totalmente on-line com perfis desconhecidos ou sem reputação nas plataformas. LEIA TAMBÉM Conheça os celulares mais feios da história Veja como o smartphone revolucionou o mundo em 15 anos Caso compre com um vendedor particular, prefira fechar o negócio em um lugar público, movimentado e que você se sinta seguro para mexer no aparelho e fazer alguns testes (veja abaixo o que avaliar na hora de comprar). Nas plataformas de marketplace (como OLX, MercadoLivre e Facebook Marketplace) se a única opção viável for envio por Correios, utilize as opções de pagamento oferecidas pelo próprio site. Não aceite envios por métodos alternativos, como carros de aplicativo, já que as plataformas não garantem a transação. "Procure usar o chat da plataforma e não ir para um aplicativo de mensagem – assim, conseguimos dar dicas e o usuário pode fazer denúncias", recomenda Beatriz Soares, diretora de produto e operações da OLX. Outra opção para quem busca o mercado de usados são as lojas especializadas (também conhecidas como lojas de celulares remanufaturados ou "refurbished", em inglês). A vantagem é que o aparelho passa por uma avaliação e em alguns casos por uma manutenção prévia, além de existir uma garantia de 90 dias. 2. Procedência do aparelho Ao comprar com um vendedor particular, peça a nota fiscal – é possível recuperar a nota de compras on-line ou pedir uma segunda via para a loja. Pergunte também sobre os acessórios e opte sempre que possível por um modelo que tenha carregador, cabo USB e fone de ouvido originais. Outra boa ideia é pedir o número do IMEI e fazer uma consulta no site da Anatel para garantir que o modelo não foi bloqueado em caso de roubo ou furto. A forma mais fácil de consultar o IMEI é ligar para o número *#06#. É de graça e o número aparece na tela do telefone. Outra possibilidade é verificar a embalagem do produto ou nos menus de configuração na aba "Sobre". Também é importante verificar o código de identificação do modelo do celular, que costuma ser encontrado na traseira, na bateria ou no manual do aparelho. O número também pode ser consultado no site da Anatel, que indica se o aparelho foi homologado no Brasil, o que mostra que ele passou por testes de qualidade e segurança. Não esqueça de pedir para o dono fazer uma reconfiguração de fábrica (reset) antes de entregar o celular. Isso vai evitar que as contas do Google ou do iCloud (no caso dos iPhones) estejam vinculadas ao aparelho e ele seja bloqueado depois. 3. Bateria é importante (e pode render um bom desconto) Ninguém quer ficar na mão e precisar carregar o celular duas ou três vezes por dia. A bateria, entretanto, vai desgastando com o tempo – geralmente, quanto mais velho é o aparelho, menos ela dura. Bateria pode ser vilã na hora de comprar usado Karolina Grabowska/Pexels Segundo Guillermo Freire, cofundador da Trocafone, loja com foco em celulares usados, "a bateria é um dos componentes que mais dá problema e para o consumidor é muito difícil perceber e avaliar". Mas isso não deve ser um impeditivo para comprar um celular usado. Os iPhones mostram em suas configurações qual é o estado atual da bateria e se ela precisa ser trocada (vá até o aplicativo “Ajustes”, toque em “Geral”, escolha o menu “Bateria” e “Saúde da Bateria”). No Android, nem sempre é possível fazer essa leitura. Aplicativos como AccuBattery, Battery Monitor ou Battery Guru podem informar o status da bateria, mas a medição geralmente só aparece depois de algumas cargas. Usar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado É uma boa ideia pedir para o dono do aparelho mostrar essas informações de saúde da bateria (ou você mesmo checar presencialmente). Também vale a pena ligar para uma assistência técnica de sua confiança e fazer o orçamento de uma possível troca – e aproveitar para pechinchar antes de comprar. 4. Teste portas, microfone, câmera e chip Ao encontrar com o vendedor, tente fazer o maior número de testes possíveis: aperte todos os botões e veja se estão funcionando corretamente; teste a câmera, veja se as fotos não saem com borrões ou manchas; grave um vídeo curto para testar o microfone (depois assista o vídeo para checar os alto-falantes); se for possível, teste a porta USB com um carregador portátil, cheque se o aparelho está carregando; leve um chip para fazer uma ligação e ativar a internet; se for possível, teste o Wi-Fi. 5. Estética O visual do celular vai contar muito para preço – quanto mais bem conservado, maior o valor cobrado. Na hora de fazer a avaliação, diferencie a parte cosmética da parte funcional: telas quebradas ou rachadas podem gerar dor de cabeça, mas um risco superficial pode baratear um aparelho que está funcionando bem, por exemplo. O mesmo vale para eventuais riscos e amassados na carcaça ou na parte traseira, que nem sempre vão afetar o funcionamento do modelo. Quem tira muitas fotos precisa evitar marcas de uso nas lentes das câmeras. Tela quebrada pode ser dor de cabeça, mas arranhões podem garantir negócio mais em conta Jan Kuss/Pixabay É seguro vender um celular que está com a tela quebrada ou que não permite redefinição? 6. Cuidado com aparelhos muito antigos Aparelhos antigos geralmente estão desgastados e podem ter passado por alguma manutenção, como troca de bateria. Além disso, muitos não recebem mais as atualizações de software (um sistema atualizado é importante por questões de segurança). Mesmo com idades mais avançadas, alguns modelos ainda podem ter um bom desempenho, dependendo do uso esperado (especialmente aparelhos que foram topo de linha no ano de lançamento). Pesquise se ele ainda deve receber atualizações e por quanto tempo a fabricante costuma oferecer esse tipo de suporte. Depois, coloque na balança se vale a pena – pode ser que uma nova troca seja necessária em menos tempo. 7. Pesquise bem o preço Os preços no mercado de usados variam muito – o estado geral do celular, a aparência e a pressa do vendedor podem influenciar. A dica de quem já comprou é fazer buscas na internet. "Para ter ideia de preço, a pessoa pode dar uma olhada em grupos do Facebook, para começar a ter uma noção. Talvez procurar em sites como OLX, Mercado Livre e semelhantes também pra ter uma segunda ideia", recomenda o editor de vídeos Micael Silva, que teve experiências com compras de usados. "Nesses sites [de classificados], por causa das comissões que eles cobram, os preços acabam sendo mais altos. Com essas informações, dá para tentar fazer uma média de preço", afirma Silva, que também recomenda barganhar com o vendedor de acordo com o estado geral do modelo. "Um aparelho que esteja num estado muito bom ele pode ter um preço maior. Se você aceitar um aparelho um pouco mais visualmente desgastado, dá conseguir um preço menor". iPhone 13 Pro Max de 1 TB é o celular mais caro do Brasil, por R$ 15.499 Beatriz Soares, da OLX, recomenda fazer a pesquisa com calma e evitar vendedores que pressionam e apressam a negociação, alegando que várias outras pessoas estão prestes a fechar o negócio. Preços muito baixos também devem acender o sinal de alerta. 8. Direitos após compra Caso o celular usado tenha sido comprado em uma loja, o consumidor tem os mesmos direitos que teria se adquirisse um aparelho novo. O Código de Defesa do Consumidor prevê o direito de se arrepender da compra em até sete dias e de exigir a troca, a devolução do dinheiro ou o abatimento do valor em até 90 dias nos casos de defeito ou não conformidade com o que foi anunciado. Se o aparelho era de um vendedor particular, a negociação é regulada pelo Código Civil. A lei estabelece que o comprador pode reivindicar o abatimento proporcional no preço se o produto tiver um defeito que não foi informado no momento da compra. "Todas as avarias têm que ser discriminadas para que, caso o consumidor identifique outro tipo de problema que não estava pré-fixado no contrato, ele possa questionar falando que é um vício oculto que não foi apresentado no momento da venda", explica Igor Marchetti, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Veja dicas de segurança digital:

  5. Recurso que alerta uso contínuo da rede começa a valer em certos países, como os EUA, nesta terça, mas ainda não chega ao Brasil. Empresa diz que função será disponibilizada globalmente em janeiro de 2022. Recurso "Fazer uma pausa" chega ao Brasil no começo de 2022 Instagram O Instagram começa nesta terça-feira (7) a disponibilizar o recurso "Fazer uma pausa" (Take a break, em inglês), mas apenas em Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália. Outros países, incluindo o Brasil, ainda não estão com o recurso ativado. A empresa diz que o serviço terá alcance global partir de janeiro de 2022. A ferramenta permite aos usuários ativar o recebimento de lembretes para uma pausa no uso da rede após um certo período de tempo on-line, que pode ser determinado em: 10, 20 ou 30 minutos. Adam Mosseri, chefe do Instagram, havia anunciado a nova configuração em novembro passado. VEJA TAMBÉM WhatsApp: app permite usar mensagens que desaparecem como padrão em novas conversas Ver só uma vez: como enviar fotos que desaparecem depois de vistas Lembrete para fazer pausa no Instagram Instagram A rede social vem sofrendo diversas críticas desde que o vazamento de documentos internos do Facebook, agora chamado de Meta, demostraram que a empresa sabia que o Instagram era "tóxico" para os adolescentes. A empresa disse que o objetivo do "pause" é "ajudar as pessoas a terem maior consciência sobre o tempo que passam conectadas". Mudanças para adolescentes Pais poderão ver quanto tempo seus filhos adolescentes passam no Instagram e de definirem limites de tempo: função começa a ser disponibilizada a partir de março. Também haverá a opção para os adolescentes notificarem seus pais quando denunciarem alguém. Adolescentes poderão excluir de uma só vez vários conteúdos postados no Instagram, além de curtidas e comentários, a partir de janeiro de 2022. Novas contas criadas por adolescentes, a começar também em janeiro, terão desativadas por padrão a possibilidade de serem marcadas ou mencionadas por contas que eles não seguem e de terem seu conteúdo incluído em Reels Remixes ou em Guias. Saiba com usar função onde fotos desaparecem no WhatsApp: WhatsApp: saiba como funciona a função para enviar fotos e vídeos que desaparecem

  6. Magnata da moda Yusaku Maezawa e seu assistente Yozo Hirano serão levados à Estação Espacial Internacional pelo cosmonauta Alexander Misurkin. Voo partirá do Cazaquistão na próxima quarta-feira (8). O assistente Yozo Hirano, o cosmonauta Alexander Misurkin e o magnata da moda Yusaku Maezawa em treinamento realizado em 20 de novembro de 2021 Irina Spector/GCTC/Roscosmos via Reuters Uma espaçonave russa Soyuz está programada para levar um milionário japonês à Estação Espacial Internacional (ISS) na quarta-feira (8), uma jornada que consagra os esforços de Moscou para ganhar uma posição no lucrativo negócio do turismo em órbita. O voo partirá da base de Baikonur, no Cazaquistão, em um momento crucial para a indústria espacial russa, que há anos tem sido afetada por escândalos e pela concorrência do setor privado dos Estados Unidos. No ano passado, a empresa SpaceX do bilionário Elon Musk começou a levar passageiros para a ISS, encerrando um lucrativo monopólio que a Agência Espacial Russa (Roscosmos) detinha até então. Como é ver a Terra do espaço? Confira fotos feitas por turistas da SpaceX Blue Origin, de Jeff Bezos, quer lançar estação espacial privada Sabe tudo sobre a corrida espacial dos bilionários? Faça o teste e descubra A expectativa da Roscosmos é abrir um novo capítulo enviando à ISS o magnata japonês da moda na internet Yusaku Maezawa, de 46 anos, que viajará com seu assistente Yozo Hirano. A espaçonave será pilotada pelo veterano cosmonauta russo Alexander Misurkin, que já realizou duas missões para a ISS. Os turistas espaciais japoneses passarão 12 dias na estação, onde farão vídeos para postar na conta do milionário no YouTube, que tem cerca de 750 mil seguidores. "Quase me dá vontade de chorar, é tão impressionante", disse Maezawa ao chegar ao Cosmódromo de Baikonur. Maezawa contou que tem uma lista de "quase 100 tarefas" que deseja realizar na estação espacial, especialmente jogar uma partida de badminton. Espaçonave russa Soyuz foi levada à plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, no último domingo (5) Reuters/Shamil Zhumatov/Pool Os dois japoneses foram treinados na Cidade das Estrelas, uma vila construída nos arredores de Moscou na década de 1960, onde gerações de cosmonautas, primeiro soviéticos e depois russos, foram treinados. A espaçonave Soyuz – que carregará uma bandeira japonesa para a viagem – foi transferida para a plataforma de lançamento no domingo, constatou um jornalista da AFP. Vários voos previstos Esta missão, que foi organizada pela Roscosmos em colaboração com a empresa americana Space Adventures, marcará o regresso da Rússia à corrida no turismo espacial, após uma década de hiato. Os dois parceiros colaboraram entre 2001 e 2009 para levar bilionários ao espaço oito vezes. O último cliente foi o fundador do Cirque du Soleil, o canadense Guy Laliberté. A viagem dos japoneses acontece em um momento de multiplicação dos voos privados para o espaço. Em setembro, a SpaceX organizou um voo histórico que manteve quatro passageiros em órbita por três dias. Relembre 6 fatos sobre o voo orbital da SpaceX SpaceX: 6 fatos sobre a missão que levou quatro civis para o espaço Alexander Misurkin e Yusaku Maezawa em treinamento realizado em 20 de novembro de 2021 Irina Spector/GCTC/Roscosmos via Reuters Um sinal da ambição crescente deste negócio é que a empresa de Elon Musk espera enviar vários turistas para dar uma volta em torno da Lua em 2023. Maezawa – que financia esta operação – também está na lista de passageiros. Nessa corrida estão outros atores da iniciativa privada, como a empresa Blue Origin, do bilionário americano Jeff Bezos, fundador da Amazon, que já organizou duas viagens. A companhia Virgin Galactic do magnata britânico Richard Branson, permitiu em julho ao excêntrico empresário realizar seu sonho de cruzar a fronteira do espaço. Moscou, que rivalizou com Washington durante a Guerra Fria, está determinado a recuperar seu status de potência espacial, após anos de escândalos de corrupção, cortes e constrangedores problemas técnicos.

  7. Recurso faz conteúdos serem excluídos automaticamente de chats depois de 24 horas, 7 dias ou 90 dias. Opção começou a ser liberada oficialmente para celulares Android e iOS. Recurso do WhatsApp para ativar mensagens temporárias por padrão WhatsApp O WhatsApp começou a liberar nesta segunda-feira (6) um recurso que permite usar mensagens temporárias como padrão de novas conversas. Com a opção ativada, tudo o que for enviado em novas conversas é apagado depois de um tempo. A novidade é uma expansão do recurso lançado em novembro de 2020, que exibia em cada conversa a opção de ativar as mensagens temporárias. A diferença é que agora o recurso poderá ser ativado automaticamente em todos os novos chats. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram O aplicativo também adicionou novos prazos para essas mensagens: além de 7 dias, prazo que já estava disponível, é possível configurar a conta para que os conteúdos desapareçam depois de 24 horas ou 90 dias. Segundo o WhatsApp, o objetivo da atualização é oferecer mais opções de privacidade aos usuários. Quando uma mensagem temporária é apagada, a conversa não deixa nenhum vestígio do conteúdo. Como enviar fotos que só podem ser vistos uma vez no WhatsApp Como usar o editor de figurinhas do WhatsApp Sua conta no WhatsApp está protegida? Faça o teste e descubra O mensageiro destaca que o recurso é opcional e não altera, nem apaga conteúdos que foram enviados em conversas antes das mensagens temporárias serem ativadas. Como usar mensagens temporárias por padrão O uso de mensagens temporárias por padrão será liberado nas próximas semanas para usuários de Android e iOS. Para ativar o recurso, siga esses passos: Abra a tela de configurações do WhatsApp; Selecione "Conta"; Clique em "Privacidade"; Escolha "Duração padrão" e selecione um período de duração (24 horas, 7 dias ou 90 dias). A duração das mensagens temporárias também pode ser alterada com uma nova opção adicionada na tela de criar um novo grupo. O aplicativo mostra um aviso quando o recurso está ativado em conversas individuais ou grupos. A ideia é deixar claro para todos no chat que o conteúdo enviado vai desaparecer após o período escolhido. Além das mensagens temporárias, o WhatsApp permite enviar fotos e vídeos que só podem ser vistos uma vez. O recurso lançado em agosto também visa oferecer mais privacidade e torna os arquivos de mídia indisponíveis depois de serem abertos. Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger

  8. Órgão de defesa do consumidor alega que houve 'má prestação de serviço' em falha que deixou apps, incluindo Instagram e WhatsApp, fora do ar em 4 de outubro. Empresa irá recorrer. Whatsapp, Facebook e Instagram ficaram fora do ar por horas devido a falha nesta segunda-feira (4) Lionel Bonaventure/AFP O Procon-SP anunciou nesta segunda-feira (6) que multou o Facebook em mais de R$ 11 milhões por "má prestação de serviço" após o apagão em 4 de outubro que deixou os apps da empresa, incluindo o WhatsApp e o Instagram, fora do ar por quase 6 horas. O órgão notificou a companhia em outubro pedindo explicações sobre a pane. A conclusão é que "houve clara falha na prestação do serviço, prejudicando milhões de consumidores no Brasil e no mundo", segundo Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP. RELEMBRE: WhatsApp, Facebook e Instagram: entenda o motivo da pane de outubro Pequenos empresários foram afetados pelo apagão Falha expôs dependência mundial das redes de Zuckerberg "Embora o serviço não seja cobrado, a empresa lucra com os usuários, logo, há relação de consumo", disse. O valor da multa, calculada de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, foi de R$ 11.286.557,54. O Facebook ainda pode recorrer. O órgão apontou ainda que foram "constatadas cláusulas abusivas nos termos de uso dos aplicativos", como cláusulas em que a companhia se desobriga da responsabilidade por problemas que possam ocorrer na prestação dos serviços. Ao g1, a companhia disse que "discorda da decisão do Procon-SP". "A Meta [empresa que controla o Facebook] investe em tecnologia e pessoas para manter seus serviços gratuitos e funcionando, e para tornar os seus sistemas cada vez mais resilientes. Apresentaremos nossa defesa e confiamos que nossos esclarecimentos serão acolhidos", afirmou a empresa.

  9. Juíza do DF entendeu que houve falha na segurança da plataforma e determinou pagamento de R$ 3 mil por danos morais. Empresa disse que vai recorrer. Teclado de computador em imagem de arquivo Reprodução/RPC O 3º Juizado Especial Cível de Brasília determinou que o Facebook Serviços Online do Brasil pague R$ 3 mil de indenização, por danos morais, para um usuário que teve a conta hackeada. O advogado Fabiano Sommerlatte contou, no processo, que o perfil que usava nas redes sociais foi invadido enquanto usava o wi-fi do aeroporto do Rio de Janeiro. Ao perceber o acesso indevido à conta do Instagram, a vítima disse que tentou entrar em contato com a plataforma, por telefone e via e-mail, mas não conseguiu falar com a central de atendimento ao consumidor. LEIA TAMBÉM: SENTENÇA: Justiça do DF condena hacker a pagar R$ 648 mil de indenização ao Banco do Brasil após golpe LIBERDADE: Justiça permite que hacker acusado de invadir celulares de Moro e outras autoridades deixe presídio O advogado disse ainda que tentou remover o perfil várias vezes e não conseguiu. Outras duas contas também acabaram vinculadas em seu nome sem autorização. Ao g1, o escritório do Facebook no Brasil, que também responde pelo Instagram, informou que vai recorrer da decisão. Na sentença, a juíza Gisele Rocha Raposo destacou a falha na segurança e na prestação dos serviços. "É inegável que ter seus dados pessoais com informações, fotos e vídeos tomado por terceiro, traz angústia e sofrimento que em muito supera o mero aborrecimento [...]. Restou cabalmente demonstrado nos autos a falha na segurança dos serviços prestados pelo requerido ao permitir o 'hackeamento' da conta, além do vício no serviço consistente na demora do seu bloqueio", afirmou a juíza. Além disso, a magistrada alertou que a "demora injustificada no bloqueio ou restabelecimento ou do perfil", revela "menosprezo aos direitos do consumidor (...) resultando em transtornos aptos a violar a dignidade e configurar dano moral passível de indenização pecuniária". "No tocante ao dano moral, os documentos juntados aos autos demonstram que, após várias tentativas de recuperação da sua conta no Instagram, o requerido manteve-se inerte." Como recuperar a conta Em caso de suspeita de invasão ao perfil nas redes sociais, é possível denunciar o acesso indevido por meio do aplicativo. O Instagram também disponibiliza um formulário para que o usuário informe a situação à plataforma. Já, para recuperar a conta invadida, o Instagram orienta buscar a Central de Ajuda do Instagram. Passo a passo: Verifique se há uma mensagem do Instagram na sua conta de e-mail: Se você recebeu um e-mail de security@mail.instagram.com informando que seu endereço de e-mail foi alterado, poderá desfazer a ação usando a opção reverter essa alteração na mensagem. Se outras informações também foram alteradas (por exemplo, sua senha) e não foi possível reverter seu endereço de e-mail, solicite um link de login ou um código de segurança ao Instagram: na tela de login, toque em "obter ajuda". Se você não conseguir recuperar sua senha com o link de login, é possível solicitar o suporte (toque em "Precisa de mais ajuda?"). Para recuperar a conta, será necessário um endereço de e-mail seguro, diferente do usado anteriormente, ao qual somente você tenha acesso. Depois de enviar a solicitação, o usuário receberá um e-mail do Instagram com as próximas etapas. Segundo o Instagram, qualquer pessoa que tiver acesso ao e-mail e/ou telefone cadastrado em uma conta da plataforma poderá ter acesso a ela. Assim, é importante que os usuários se certifiquem de que a conta de e-mail esteja segura e de que a autenticação de dois fatores (por aplicativo, SMS ou WhatsApp) esteja ativa. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  10. Meta, controladora das plataformas, fez parceria com ONG britânica que irá gerenciar banco de dados com 'cópias' embaralhadas de fotos. Facebook e Instagram desenvolveram tecnologia usada por ONG para impedir compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo A Meta, empresa que controla o Facebook e o Instagram, anunciou nesta sexta-feira (3) o apoio a uma plataforma da ONG britânica Revenge Porn Helpline que ajuda a impedir o compartilhamento não consensual de imagens íntimas na internet – prática também conhecida como pornô de vingança. No Brasil, o compartilhamento de fotos intimas se enquadra em um dos artigos da Lei Maria da Penha, como “violência psicológica”. Por meio do site StopNCII.org, pessoas que estiverem preocupadas que suas imagens íntimas tenham sido publicadas ou que possam vir a ser publicadas nas redes sociais podem criar uma solicitação de ajuda para que os posts sejam detectados de forma proativa – ou seja, sem que a própria pessoa tenha que encontrar o material e fazer um pedido de remoção. LEIA MAIS 'Fui vítima de pornô de vingança e vivi um inferno, até que mudei a forma de lidar com isso' Em 2020, exposição de imagens íntimas sem consentimento liderou ranking de violação de direitos na internet 'Mudei de endereço para ter paz': os relatos de vítimas de 'stalking', que agora pode dar 3 anos de prisão Por enquanto, a página está disponível em inglês – mas uma versão em português deve ser lançada nos próximos dias, segundo a Meta. O sistema, desenvolvido pelo Facebook e pelo Instagram, utiliza uma tecnologia que garante a privacidade das imagens, o que significa que nenhum moderador das redes sociais ou da ONG terão acesso às imagens íntimas, sejam elas vídeos ou fotos que apresentem nudez ou são de natureza sexual. Como funciona a tecnologia Para que as vítimas não tenham receio de cadastrarem seus casos, o sistema possui uma tecnologia de correspondência de imagens que atribui um valor exclusivo (um código numérico) a uma imagem, criando uma impressão digital, chamada de hash. É como se fizessem uma "cópia embaralhada" do material, sem guardar a imagem em si. Esse mesmo tipo de tecnologia é usado em outras aplicações, como no armazenamento de senhas. A plataforma StopNCII.org não armazena a imagem e o hash é criado diretamente do celular ou computador da pessoa que está preocupada com o vazamento, que então é enviado para o banco de dados da ONG e acesso pelas plataformas de tecnologia. O método, no entanto, não é capaz de fazer um "match" se o material tiver sido muito modificado, com a aplicação de filtros ou grandes cortes da imagem. Isso porque um hash só é idêntico para duas imagens iguais. De acordo com Daniele Kleiner, gerente de políticas públicas para bem-estar e segurança da Meta, o Facebook e o Instagram serão capazes de identificar a tentativa do compartilhamento não consensual e impedir a postagem. Isso será válido para novas tentativas de compartilhar uma imagem que já tenha sido denunciada e removida. O sistema também funciona nas mensagens do Messenger e nas DMs do Instagram – desde que os participantes não estejam usando a função de "chat secreto", que leva criptografia de ponta a ponta para a conversa. A Apple se envolveu em uma polêmica em setembro passado pelo uso dessa tecnologia para a análise de imagens suspeitas de abuso infantil. No caso da fabricante do iPhone, o sistema seria usado amplamente no iMessage e ativistas se preocuparam que a solução poderia ser usada para buscar conteúdos genéricos e para governos perseguirem opositores. A empresa adiou o uso da tecnologia. Como usar Ao entrar no site do StopNCII.org, as pessoas podem clicar na opção "Create your case" para fazer o hash das imagens (o site está em inglês, mas uma versão em português deve ser lançada em breve). Depois disso, é preciso informar se você é maior ou menor de 18 anos. A ferramenta é voltada para adultos – menores de 18 anos devem procurar outros recursos e organizações que podem oferecer apoio, como o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (NCMEC) e a linha de ajuda e denúncia da Safernet Brasil. Um questionário pergunta quem seriam as pessoas nas imagens – o sistema solicita que o cadastro seja feito somente por alguém que apareça nas imagens – e uma descrição do material. Em seguida, é preciso enviar as imagens para gerar o hash. Um login e um PIN (código numérico) são gerados para acompanhar o caso e saber se foram encontradas ocorrências do compartilhamento da imagem.

  11. O veículo, que deverá custar até R$ 755 mil, será produzido em massa a partir de 2024, de acordo com a XPeng, empresa fabricante do modelo. Fabricante chinesa cria superesportivo voador Os carros voadores fazem parte de toda uma nova tecnologia em desenvolvimento. A maioria dos modelos a ganhar esta denominação, no entanto, não são dotados de rodas, e apenas podem ser utilizados nos ares. A proposta da fabricante chinesa XPeng é outra. Seu modelo parece um carro superesportivo "de verdade", mas tem asas e hélices para subir aos ares. O veículo, que deverá custar até R$ 755 mil, será produzido em massa a partir de 2024 (veja detalhes no vídeo com imagens feitas por computador). Corrida pelo 'carro voador': o que é o veículo que Embraer, Gol e Azul querem nos céus do Brasil 'Kart voador'? Conheça modelo de R$ 520.000 feito por suecos VEJA FOTOS DO XPeng HT Aero Carro voador da XPeng, que deverá custar até R$ 755 mil, será produzido em massa a partir de 2024 XPeng XPEng HT Aero XPeng XPeng HT Aero XPeng Veja como é o 'kart voador' desenvolvido por suecos: 'Kart voador'? Conheça modelo elétrico de R$ 520.00 que já foi comprado por brasileiro

  12. A Apple começou a alertar usuários cujos telefones foram hackeados pelo programa desenvolvido pela NSO Group. Desenvolvedor do Pegasus investiga relatos de que spyware tinha como alvo diplomatas americanos DuoNguyen/Unsplash O desenvolvedor do spyware israelense Pegasus informou nesta sexta-feira (3) que investiga relatos de que sua tecnologia foi usada para atacar iPhones de alguns diplomatas americanos na África. A Apple, fabricante do iPhone, começou a alertar usuários cujos telefones foram hackeados por spyware, desenvolvido pela NSO Group. Este programa esteve no centro da polêmica este ano, depois que várias reportagens afirmaram que havia sido usado para espionar ativistas, jornalistas e políticos. Entenda o que é o Pegasus "Além da investigação independente, a NSO cooperará com qualquer autoridade governamental relevante e apresentará as informações completas de que dispomos", declarou a empresa em um comunicado. A NSO group alertou que ainda não confirmou o uso de suas ferramentas, mas optou por "encerrar o acesso de clientes relevantes ao sistema" devido à seriedade das denúncias relatadas por veículos como Reuters e The Washington Post. O jornal americano informou que a Apple alertou 11 diplomatas americanos que seus iPhones foram hackeados nos últimos meses, citando pessoas familiarizadas com o caso, e que os ataques foram direcionados a funcionários ativos em Uganda e na África Oriental. A Apple processou a NSO no mês passado para impedir que a empresa usasse os serviços da gigante do Vale do Silício e, assim, que ela fosse usada contra os mais de 1 bilhão de iPhones em circulação no mundo. A Reuters, citando quatro fontes próximas ao caso, informou que nove diplomatas americanos foram atacados. A Apple se recusou a comentar essas informações. Poucas semanas antes do processo da Apple, as autoridades dos EUA colocaram a NSO em sua lista negra por causa das alegações de que a empresa israelense "permitiu que governos estrangeiros realizassem uma repressão transnacional". Os smartphones infectados com o Pegasus permitem que o invasor leia as mensagens da vítima, veja suas fotos, rastreie sua localização e até mesmo ligue a câmera do aparelho sem seu conhecimento. A preocupação com o Pegasus cresceu ainda mais depois que a Apple revelou em setembro que havia consertado uma falha que permitia que o spyware infectasse dispositivos sem exigir que os usuários clicassem em um link ou mensagem maliciosa. O chamado ataque de "clique zero" pode corromper silenciosamente o dispositivo alvo e foi identificado por pesquisadores do Citizen Lab, uma organização de vigilância da segurança cibernética no Canadá. 5 dicas de segurança para sua vida digital

  13. Ferramenta de segurança do grupo Meta chegou ao Brasil esta semana. Ela traz a exigência de autenticação em dois fatores para pessoas com maior risco de ataque hacker. Facebook Protect: alerta é para grupo considerado de risco Meta O grupo Meta anunciou nesta semana a chegada do Facebook Protect para usuários brasileiros. A ferramenta de segurança é destinada a pessoas que tenham maior risco de ataques hackers. Testado pela primeira vez nas eleições americanas de 2018, o programa deve estar em mais de 50 países até o final de 2021. Metaverso: dona do Facebook mostra protótipo de luva com resposta tátil O que é o Facebook Protect A ferramenta torna obrigatória a autenticação de dois fatores para acesso ao Facebook para certas pessoas definidas pela plataforma. Para isso, a empresa disse que tornou "a ativação e o uso da autenticação de dois fatores o mais simples possível" para esse grupo. Quem deve receber o pedido de ativação O Meta disse que as pessoas que receberam a exigência de ativar a autenticação em dois fatores são aquelas consideradas mais vulneráveis aos ataques. Entre os exemplos estão defensores dos direitos humanos, jornalistas e funcionários de governos. Quem receber o aviso tem duas semanas para ativá-lo. Após o período, o usuário não conseguirá mais logar na plataforma. Não recebi o aviso, o que devo fazer? Nada. Nenhuma ação é necessária para aqueles que não foram notificados, disse a plataforma. Qualquer um pode ativar a autenticação em dois fatores? Sim, mesmo quem não recebeu o alerta pode ativar a autenticação em duas etapas. Saiba o que é autenticação em dois fatores e por que ela é importante Relembre a mudança de nome do Facebook, em outubro: Facebook anuncia que sua controladora agora se chama Meta

  14. Para Comissão Federal de Comércio dos EUA, aquisição poderia 'sufocar a concorrência'. Órgão europeu também investiga possíveis impactos. Sede da Nvidia, em Santa Clara, Califórnia, nos Estados Unidos REUTERS/Robert Galbraith A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) quer impedir a aquisição pela Nvidia da empresa britânica de microprocessadores Arm, pois isso poderia "sufocar a concorrência em tecnologias de nova geração", segundo um comunicado divulgado na última quinta-feira (2). Um mês atrás, a Comissão Europeia abriu uma investigação sobre este projeto de aquisição avaliado em US$ 40 bilhões por temor aos efeitos negativos nos preços e na concorrência no setor, que atualmente está experimentando una escassez global de suprimentos para as indústrias. LEIA MAIS Acordo de US$ 40 bilhões entre Nvidia e ARM sofre golpe duro de regulador britânico Câmera do tamanho de um grão de sal grosso é capaz de produzir imagens em alta definição A operação foi anunciada em setembro de 2020 pela japonesa SoftBank, empresa matriz da Arm, que havia chegado a um acordo com a americana Nvidia, líder em placas gráficas. Se a aquisição for concretizada, "daria a uma das maiores companhias de chips do mundo o controle das tecnologias e dos desenhos de computadores dos quais dependem empresas concorrentes para desenvolver seus próprios componentes", afirma a FTC. A agência reguladora cita os datacenters e os sistemas de assistência ao motorista como setores que necessitam de semicondutores avançados e que, segundo a FTC, poderiam sofrer por falta de concorrência. Em meados de novembro, o governo britânico também pediu à sua autoridade de regulação de concorrência que se aprofundasse na análise do projeto, citando possíveis obstáculos à inovação, mas também questões de segurança nacional. O governo e o Congresso dos Estados Unidos têm endurecido o tom contra as grandes empresas de tecnologia, acusadas regularmente de abuso de sua posição dominante. Suas investidas costumam visar as gigantes Google, Apple, Meta (Facebook) e Amazon. A audiência administrativa deste caso está prevista para 10 de maio de 2022.

  15. Organização que padroniza os ícones usados em mensagens fez um levantamento sobre os mais usados durante o ano. Unicode Consortium reuniu um ranking de emojis mais usados em 2021 Divulgação/Unicode Consortium A Unicode Consortium, organização que padroniza códigos dos emojis, divulgou na última quinta-feira (2) um ranking dos ícones mais usados ao redor do mundo durante 2021. Segundo o grupo, 92% das pessoas que se conectam à internet usam os emojis. O campeão de uso é o "chorando de rir" 😂, com ampla vantagem – ele representou 5% do uso das reações no ano. Veja o top 10: 😂 (chorando de rir) ❤️ (coração) 🤣 (rolando de rir) 👍 (joia/polegar para cima) 😭 (chorando) 🙏 (mãos juntas) 😘 (beijo com coração) 🥰 (rosto com corações) 😍 (olhos com corações) 😊 (sorriso simples) A Unicode Consortium apontou que embora existam mais de 3,6 mil opções de emojis, o top 100 corresponde a 82% do uso total. Os ícones que podem ser usados em diversas situações acabam dominando, enquanto os mais específicos são lembrados com menos frequência. LEIA MAIS Seringa 💉 é eleita o emoji mais representativo de 2021 Como nasceu o KKKKKKKK da geração Z e por que emoji de risada é coisa de gente velha Ainda assim, o grupo pretende continuar lançando mais opções – em setembro passado, eles anunciaram 37 novos emojis. De acordo com a organização, o ranking é definido com base na frequência mediana do uso dos emojis a partir de diversas fontes.


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O Blog do Anísio Alcântara foi publicado no dia 25 de Março de 2012